sábado, 8 de maio de 2010

Morrer não dói


"O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraíso que nos persegue, bonita e leve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não dói." (Cazuza)

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